Saturday, November 28, 2009
Thursday, November 26, 2009
Sunday, November 22, 2009
Sunday Morning*
p.s: eu só acordei os meus "flatmates" porque eles pediram, não é necessário dizer que é claro quando voltei e notei que me tinha esquecido do cartão para entrar no prédio, tive de andar a apitar a camºainha do apartamenteo e ficar á espera durante imenso tempo ao frio e ao vento até que um deles fosse abrir a porta. Claramente o meu "Good Morning!" nãos resultou muito bem :)
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Abro os meus olhos devagarinho. Esforço-me para estender o meu braço e procuro o meu telemóvel que descansa na mesa de cabeceira. Segundo o telemóvel, são 7 e 14 da manhã, ainda falta algum tempo até ter de acordar. O apartamento está silencioso e a rua está calada. Só se ouve alguns pássaros a chilrear. As cortinas da janelas impedem a luz de iluminar o quarto, excepto um teimoso feixo de luz que divide o tecto em dois. Faço um esforço para regressar ao meu sono. A minha cabeça descansa durante mais uns minutos, vagueando entre sonhos que não permanecem na memória. Volto a acordar, os meus olhos esforçado-se para se adaptarem á pouca luminosidade que preenche o meu quarto. Novamente o meu braço saí um pouco contrariado dos cobertores e a minha mão rodea o telemóvel. Agora já são 8:10, ainda há tempo para mais uns sonhos. Puxo os cobertores ara cima, ajeitando a coberta laranja equatoriana. Por onde esta mata já viajou, veio do equador, decorou o meu quarto em portugal e agora aquece-me nas noites inglesas. Fecho os meus olhos e procuro descansar por mais uns minutos, pensando nas aventuras por terras sul-americanas. Ás 9 começa o meu telemóvel a apitar. Rápidamente desligo o som por uns momentos, restaurando o silêncio. Passam 5 minutos e lá vai a mesma música interromper o meu descanso. Desligo o alarme e afasto-me das cobertas. É um acordar cedo para um domingo aparentemente normal. No entanto está na hora de ir á pastelaria do Tesco buscar alguns bolinhos frescos. Hoje o pequeno-almoço não vai substituir o almoço e não vai ser os habituais cereais baratos do Sainsbury's com leite. Hoje o pequeno-almoço vai ser servido a horas aceitáveis e vão ser queques, donuts acompanhados por um reconfortante chocolate-quente. Apresso-me a vestir e enfio o gorro para combater o frio. Ao sair, não me esqueço de bater nas portas nº3,2 e 1. Do outro lado ouço uns preguiçosos "Yes?" e eu respondo com alegria "Good Morning!". Deixo os meus companheiros dormir, e sigo rumo em busca dum pequeno almoço guloso.
As ruas estam calmas, com poucos carros, poucas pessoas e pouco barulho. Vou despertando enquanto o frio arrefece a minha cara e as minhas mãos. Enfio as mãos no bolso do meu “hoodie” e vou ajeitando o meu gorro regularmente para as minhas orelhinhas ficarem quentinhas.
Na rua, as lojas estam escuras e vazias, também elas estam a ter um domingo preguiçoso. Vou caminhando com calma, observando a quietude que me rodeia. Numa estação de autocarro, um grupo de estudantes esperam o autocarro. Uma rapariga passa a passadeira no seu "jogging" matinal sem se preocupar que o sinal para peões está vermelho. Não há carros, autocarros, ambulâncias ou táxis como habitual. Apercebo-me que é uma manhã como todas as outras manhãs de domingo, excepto que desta vez, eu também participo, em vez de ficar refugiada entre cobertores deixando a manhã passar.
Saturday, November 14, 2009
A Aventura das castanhas portuguesas
Por estes lados britânicos, o são martinho passa despercebido, no entanto para quem é português o são martinho não é passado sem umas boas castanhas :)
Com saudades das boas castanhinhas portuguesas, 30 castanhas foram postas no correio com destino a Birmingham. Segunda-feira dia 9, lá estava uma caixa na recepção. Carolina correu até à recepção antes que fechasse. Ás 16:55 lá estava Carolina a bater á porta. A senhora da recepção, sem com má disposição, decidiu fechar a recepção 5 minutos mais cedo, e mesmo vendo a Carolina a bater freneticamente na porta, continuo a baixar as cortinas da sala, até Carolina só conseguir ver as vendas da porta na sua frente. As castanhas portuguesas tiveram que passar a noite na recepção, à espera da Carolina.
No dia aseguir também iriam pernoitar na recepção, pois Carolina não conseguia ir buscar as castanhas a horas. Finalmente, no belo dia 11 de Novembro Carolina conseguiu as suas queridas castanhas. Abriu a embalagem e descobriu 3 conjuntinhos de 10 castanhas portuguesas. Sendo são martinho e com imensas saudades de umas deliciosas castanhinhas, ficou decidio fazer algumas nessa noite.
Lá foram 10 castanhas para a panela, com um pouco de água. Cozeram enquando Laura e Carolina comiam o jantar. Quando o jantar já estava terminado, Carolina foi ver se as castanhas já estavam cozidas. Abriu a tampa da panela e não conseguiu ver nada.

A água da panela estava preta! O desânimo encheu a cozinha. Será que as castanhas estavam estragadas? Laura decidiu deitar a água preta para um copo para ver a gravidade da situação. O copo encheu-se de escuridão. Carolina quase de imediato decidiu telefonar para terras lusitanas para descobrir o mistério da água preta. Telefonou á mãe e depois falou com o pai, ambos a chegarem á conclusão que a tonalidade da água era devido á humidade das castanhas e do facto da Carolina não ter lavado as castanhas antes de pô-las a cozer e também o facto das castanhas terem estado a cozer durante o dobro do tempo suposto. Entretanto enquanto a Carolina continua a perguntar se as castanhas eram comestíveis, Laura ia tirando fotografias ao copo e o Zi tirou uma da panela e experimentou. Carolina perguntou se estavam boas e Zi disse simplesmente "They taste sweet". Como o Zi pareceu estar de boa saúde e depois dos pais terem dito trés mil vezes que nós podiamos comer as nossas castanhinhas, Carolina despediu-se dos pais.
Com alguma descofiança Laura e Carolina tentaram descascar as castanhas. Hummm sabiam tão bem, sim estavam doces como o Zi tinha observado, mas estavam muito melhor que isso. Sabiam a almoços e jantares com a família enquanto o vento batia nas janelas e a chuva molhava a varanda. Sabiam a São Martinho e a Portugal.
Laura e Carolina não paravam de sorrir e saborear as fantásticas castanhas. Pobres castanhas que viajaram tanto só para que Laura e Carolina pudessem matar saudades. Foram empacotadas em cartão, deixadas num recepção fria e escura durante 2 noites e ainda tiveram que nadar num mar de água preta. Mas estavam tão boas e sabiam tão bem. Carolina bateu á porta do quarto do George e gritou “G?! Do you want some portuguese chestnuts?”. George saiu a correr do quarto, entrou na cozinha a perguntar “Where are the chestnuts?” E tirou uma, descascou com alguma falta de jeito e comeu. Hmmm, dizia com um sorriso na cara. No apartamento F3 estavam todos contentes e bem dispostos, entretidos a descascar castanhas. Zi decidiu que iria guarda uma das cascas por serem tão macias, e convenceu-se que conseguia fazer sapatos com elas. George voltou para os seus estudos e Carolina e Laura ficaram na cozinha a saborear as castanhas.
E foi assim que Carolina e Laura passaram o primeiro São Martinho em terras de sua Majestade e foi assim que Zi e George saborear um pouquinho do que é que é ser português.
Ainda existem mais algumas castanhas para fazer e Carolina e Laura já esperam mais uma encomenda de castanhas para a próxima semana, vamos ver se para a próxima, as castanhas não vão ter de ficar á espera na recepção nem ter de boiar em água preta.
versão 500 palavras em Desafio 500
Friday, October 30, 2009
Saudades da Comida
- Peixe fresco
- CASTANHAS
- Sopa
- Hamburguers do pingo doce
- Arroz de Pato
- Batata-doce
- Pancakes à la mode Sara Nunes
- Apple Crumble à la mode Bimby
- Late night noodles
- Snack pizza da "yellow shop"





